Português. Tudo o que você precisa saber sobre o português

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O português é a quinta linguagem mais utilizada no mundo o Brasil, Portugal, Estou-fraca, Reboque Verde, Guiné-Bissau, Macau, Moçambique, São Tomé e Timor Leste são apenas alguns dos países que o utilizam como língua oficial.

Em 1500, por exemplo, quando os portugueses chegaram ao Brasil, tudo passa a ser visto de forma diferenciada, uma vez que esta seria uma possível língua (português) para o momento, porém se misturava com as palavras citadas pelos índios que aqui também habitavam.

Então, em 1757, com um decreto, houve a proibição do uso do Tupi, portanto, ficou muito mais fácil para a língua (português) em questão passar a ser utilizada por todos os habitantes, mesmo que até aquele momento, ainda apresentasse alguns traços indígenas. Depois da vinda dos escravos para a região, a situação foi sendo modificada cada vez mais, uma vez que o número de portugueses presentes no Brasil, só diminuía o que fazia com que a Língua Portuguesa falada aqui se distanciasse cada vez mais da de Portugal.

Assim, em 1822, quando o país foi invadido por europeus dos mais diversos países, os sotaques e estilos de falar foram se misturando cada vez mais, transformando a língua portuguesa em regional.

As então diversas reformas ortográficas que aconteceram e vem acontecendo, representam uma realidade totalmente distinta, onde diversos países que falam o português reúnem-se objetivando igualar cada vez mais os seus dialetos. Assim, apenas no século XVI foi possível que a língua portuguesa estivesse tão próxima de como está agora.

É importante entender e identificar a língua portuguesa não apenas como um idioma em que regras são gravadas, mas sim, entendê-las e utilizá-las de modo a escrever e falar de acordo com o que cada situação existe. Na língua portuguesa, existe inclusive, a variação linguística, que permite que contextos sejam adaptados, ou seja, que cada situação exija um modelo de linguagem. Com seus pais ou o diretor de sua escola, por exemplo, você não falará da mesma forma como fala com seus amigos e assim sucessivamente.

Portanto, os professores que focam tanto na questão da aprendizagem das normas ortográficas não estão fazendo isso porque desejam que seus alunos alcancem notas ou decorebas, mas sim, para melhoria de suas escritas, sendo que esta é base de muitos processos, entre eles educacionais, trabalhistas,… .

A comunicação é outro assunto muito abordado pela língua portuguesa, uma vez que, é a partir dela que conseguimos interagir em meio à sociedade, elaborar e participar de todos os processos sociais ou profissionais em questão.

Assim, podemos observar que, cometer erros tanto na fala como na escrita, são situações que não devem ser vistas como comuns, uma vez que, cada pessoa deve saber o quanto isso pode prejudicar seu trabalho ou sua vida pessoal. As abreviações, por exemplo, tão utilizadas, prejudicam tanto, ao ponto de você ser excluído ou simplesmente não aceito em diversas facetas.

Vale lembrar também que são muitas as áreas com que a disciplina (português) trabalha e dentro de cada uma delas, existem inúmeras especificidades. Um dos itens que é então envolvido é justamente a questão da leitura e interpretação. Quanto mais se lê, mais chances se têm de alcançar a tão temida boa interpretação, tão cobrada nos concursos públicos e afins.

Essa leitura também auxilia a melhorar o vocabulário, uma vez que, com ela, é possível utilizar palavras diferentes e não apenas as mesmas repetições de sempre. Mas afinal, qual é o objetivo da melhoria do repertório de palavras? Imagine você em um determinado discurso, onde diversas pessoas estão na plateia. Como você demonstraria domínio da situação e faria com que a atenção fosse voltada para você?

Vale lembrar que, com a utilização de gírias e repetições, você perderia totalmente a credibilidade quanto a esse processo, portanto, ter um vocabulário diferenciado altera totalmente essa realidade.

E mais uma vez, a leitura aparece quando o assunto é informação. Uma pessoa bem informada alcança outros patamares e para que essa informação realmente seja concretizada, aconteça, é necessária leitura. Neste caso, ela não precisa ser necessariamente de livros, pode ser de artigos, jornais, panfletos. Quanto mais conteúdo se tiver, mais chances da boa informação acontecer.

Além disso, a interpretação que é consequência da leitura, não é base apenas dos processos educacionais da língua portuguesa, mas sim de todas as disciplinas, que cobram esse quesito. Em exames de avaliação de níveis de acordo com a idade que os alunos têm como Provinha Brasil para o ensino fundamental e o Enem para o médio, assim como o Enade para o ensino superior, é justamente isso que é ocorre: o que é cobrado é a interpretação. Isso em matemática, história, geografia ou qualquer disciplina em questão. Dessa forma, fica cada vez mais clara a importância do ensino da língua portuguesa.

Porém, a quantidade de aulas, quatro semanais no fundamental e apenas três no médio, vem sendo muito discutida, inclusive nesta nova proposta de formulação do ensino médio.

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